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Vale do Minho preside a federação nacional de associações de desenvolvimento local

A Associação de Desenvolvimento Rural Integrado do Vale do Minho (Adriminho), no distrito de Viana do Castelo, vai presidir à federação Minha Terra no triénio 2020-2022, informou hoje aquela estrutura.

Em comunicado, a Adriminho, fundada em 1994 e composta pelos seis municípios do Vale do Minho – Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova de Cerveira – adiantou que a eleição dos novos órgãos sociais da federação ocorreu em assembleia geral, na sexta-feira, no salão nobre da Câmara de Águeda.

Criada há 20 anos, a federação Minha Terra integra “associados de todas as regiões NUT II”.

De acordo informação publicada no sítio na Internet daquela federação, a Minha Terra é composta por “58 Associações de Desenvolvimento Local (ADL) que “representam, no seu conjunto, mais de 90% do território nacional e as suas capacidades de iniciativa e concretização dizem diretamente abrangem mais de quatro milhões de portugueses, habitantes em zonas rurais”.

“A representatividade das ADL federadas valoriza as especificidades de cada território e confere autenticidade à intervenção e aos projetos nele realizados, expressando o dinamismo das forças vivas da sociedade civil rural enquanto agentes do seu próprio desenvolvimento”, lê-se na publicação.

Já a Adriminho, com sede em Valença e cuja direção é liderada pelo presidente da Câmara de Melgaço e coordenada por Ana Paula Xavier, tem como “principais atividades o desenvolvimento de projetos e iniciativas que promovam o desenvolvimento local harmonioso e integrado do Vale do Minho, nas áreas do artesanato, da produção de produtos de qualidade e do turismo”, entre outras.

Em 25 anos de atividade, segundo dados da Adriminho, “mais de 400 projetos foram aprovados, que proporcionaram um investimento total superior a 30 milhões de euros, e a criação de cerca 200 postos de trabalho”.

Na tomada de posse dos órgãos eleitos, a nova presidente da Minha Terra, Ana Paula Xavier, citada naquela nota, salientou “os princípios do programa comunitário Leader, que regem a federação, os resultados alcançados pelas ADL, mas também os desafios e constrangimentos que têm surgido, defendendo a necessidade de desenhar, para o futuro período de programação, instrumentos de apoio ao desenvolvimento local que vão ao encontro das necessidades, potencialidades e expectativas das comunidades”.

Ana Paula Xavier preconizou ainda “as mais-valias de um instrumento mais simples e mais flexível”.

O Leader é um subprograma do Programa de Desenvolvimento Rural (ProDer) que tem como principais objetivos a promoção de iniciativas integradas, concebidas e postas em prática à escala local.

No Vale do Minho, “até ao final do atual período de programação comunitário, a Adriminho irá aplicar um valor superior a quatro milhões de euros provenientes dos programas FEADER, FSE e FEDER, montantes significativos que contribuem para a dinamização de economia local”.

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