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Escola do Rock de Paredes de Coura faz-se à estrada pela Galiza à boleia de um camião-palco

Depois da uma semana de residência intensiva, a Escola do Rock de Paredes de Coura faz-se à estrada pela Galiza à boleia de um camião-palco.

A primeira paragem é já esta terça-feira, 27 de julho, no Auditório do Espazo Fortaleza, em Tomiño, pelas 20h00, invertendo a lógica dos grandes festivais e dando a oportunidade a jovens que estão a dar os primeiros passos no mundo da música de serem ‘cabeça de cartaz’.

No dia seguinte, quarta-feira, 28 de julho, o encontro está marcado para a Plaza Mayor de Ponteareas, pelas 21h00, prosseguindo na quinta-feira, 29 de julho, na Playa América, de Nigrán, pelas 19h00, numa tour promovida pelo Município de Paredes de Coura, em parceria com o Concello de Tomiño, Concello de Ponteareas e Concello de Nigrán. 

“A Escola do Rock é um projeto único onde a educação pela arte, neste caso pela música, assume uma dimensão maravilhosa e cativante”, sustenta Vitor Paulo Pereira, presidente da Câmara de Paredes de Coura, acrescentando que “o currículo disciplinar escolar é essencial e tem muito peso na nossa sociedade. Mas a arte, a música, a dança ou outra qualquer forma cultural são manifestações importantíssimas nas formações dos nossos jovens e ferramentas fundamentais de formação, cidadania, até na preparação para aquilo que chamam de mercado de trabalho”.

Recorde-se que com este projeto, Paredes de Coura viu reconhecida pela Universidade do Minho, em 2015, com o Prémio UM-Cidades. A Escola do Rock reinventa-se ano após ano, como aconteceu nesta edição na sequência da pandemia, e este ano promove um pequeno tour/festival itinerante que vai percorrer num camião-palco com cerca de 19 metros de frente e 13 de altura, com videowall integral, algumas cidades e vilas do Norte de Portugal e Galiza.

Este minifestival itinerante, organizado em parceria com escolas de música locais das cidades e vilas por onde passa, pretende proporcionar uma experiência única aos alunos da Escola do Rock, dando-lhes a oportunidade de tocarem em contextos diversos. As primeiras partes dos concertos vão ser feitas por escolas ou bandas locais, como as The Rebel Spirits, os Garagebamzos e a Gain Over.