O Final Event – Processo de Cocriação Pedagógica decorreu na última semana, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Politécnico de Viana do Castelo, e juntou mais de uma centena de estudantes do IPVC e do IPB, assim como dezenas de entidades externas que avaliaram os projetos desenvolvidos pela comunidade académica.
O projeto é financiado pelo PRR-BAITS-IPVC.
“E se pudesse conhecer toda a história de produção por detrás de uma peça de roupa?” Esse foi o desafio a que se propôs um grupo de oito estudantes dos cursos de licenciatura em Marketing e Comunicação Empresarial e Gestão e Distribuição e Logística, da Escola Superior de Ciências Empresariais do Politécnico de Viana do Castelo.
Chama-se “Information for Tomorrow | Fast Fashion Transparency” e foi o projeto do Politécnico de Viana do Castelo que mais se destacou, no final da semana passada, durante o Final Event – Processo de Cocriação Pedagógica, que juntou, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG-IPVC), mais de uma centena de estudantes do Politécnico de Viana do Castelo e do Politécnico de Bragança, para dois dias de apresentação dos projetos desenvolvidos a um conjunto de stakeholders, especialistas em áreas como Têxtil, Sustentabilidade e Turismo, Smart Cities e Saúde e Bem-Estar, assim como aos responsáveis finlandeses pelo Demola Global, entidade que dá apoio e formação a todos os envolvidos no processo, sejam estudantes e docentes.
“Information for Tomorrow | Fast Fashion Transparency” é composto por Ana Faria, de Viana do Castelo, Vítor Gonçalves, de Monção, João Amorim, de Barcelos, Beatriz Carvalhido, de Viana do Castelo, Maria Santos, de Esposende, Francisco Ramos, de Barcelos, Ubirajara Daniel, de Monçao, e David Silva, de Braga.
“O nosso projeto é uma solução para aumentar o nível de transparência nas empresas têxteis. Através de uma escala, similar à usada quando o tema é eficiência energética, o consumidor poderá ficar a saber todo o historial da peça de roupa que vai comprar. Para isso bastará o cliente aceder ao CR Code colocado na etiqueta, permitindo rastrear a peça desde a produção à comercialização”, descreve Beatriz Carvalhido. Entre os critérios de avaliação estarão, por exemplo, a origem das matérias-primas, práticas de produção ou questões ambientais e ética.










