Uma seleção de 20 esculturas da coleção da Fundação Bienal de Arte de Cerveira (FBAC) vai estar em exibição, de 28 de junho a 29 de setembro, no Mosteiro da Batalha.
Segundo o presidente da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, Fernando Nogueira, “esta mostra neste monumento ímpar do gótico português vem reforçar o desígnio de valorização, dinamização e divulgação de uma importante coleção, composta por cerca de 670 obras de arte contemporânea”, no ano em que a FBAC recebeu a distinção de “Melhor Museu Português”.
A partir de obras de 18 artistas propõe-se “uma nova leitura das peças da coleção da Fundação Bienal de Arte de Cerveira e também uma reflexão acerca da arte contemporânea como expoente simbólico do lugar”, explica o diretor artístico da FBAC e curador da exposição, Cabral Pinto.
A parceria foi também alargada ao espaço público, onde o artista premiado na XI da Bienal Internacional de Arte de Cerveira (2001), Acácio de Carvalho, apresenta a intervenção “Pirâmide Imperfeita” de seis metros de altura e oito de largura.
A exposição “Volumes e interações na história” integra ainda o programa do “Artes à Vila”. Este festival, que decorre de 27 a 30 de junho, estreou-se em 2018, Ano Europeu do Património Cultural, com a ambição de se projetar em Portugal e na Europa pela música tradicional portuguesa e músicas do mundo. A segunda edição regressa com música, exposições, visitas guiadas, workshops e conferências.
A abertura da exposição acontece na sexta-feira, pelas 19h00, no Claustro Real do Mosteiro Santa Maria da Vitória.










