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Residências artísticas levam música a 15 freguesias de Vila Nova de Cerveira

Mais de uma dezena de artistas vai desenvolver residências artísticas em 15 freguesias de Vila Nova de Cerveira, entre 25 de setembro e 5 de outubro, no âmbito da XXIV Bienal Internacional de Arte de Cerveira (BIAC).

A iniciativa, intitulada “Vai-Vem: Derivas Territoriais e a Urgência da Descoberta”, integra a programação da bienal e pretende aproximar a criação artística das comunidades locais, através de diferentes linguagens e práticas musicais.

O ciclo reúne artistas e projetos como Hedera 4tet, Jorge Queijo, Arianna Casellas y Kauê, Canto Nono e a Orquestra de Guitarras e Baixos Eléctricos (OGBE), que vão desenvolver os seus trabalhos em diferentes espaços do concelho.

“A proximidade é um dos pilares do Vai-Vem, que parte da ideia de que a música se transforma à medida que circula e entra em contacto com novos públicos, lugares e formas de fazer”, afirma o curador da iniciativa, Nuno Alves.

Integrado no programa “Sem Fronteiras”, o ciclo pretende contribuir para a descentralização da programação cultural da bienal e para o reforço da ligação entre os artistas, o território e as comunidades.

Segundo o presidente da Fundação Bienal de Arte de Cerveira (FBAC), Rui Teixeira, esta tem, desde 2022, vindo a “reforçar a descentralização da sua ação, levando a criação artística e a programação cultural às diferentes freguesias de Vila Nova de Cerveira. É uma estratégia de proximidade que queremos continuar a aprofundar, aproximando a arte das comunidades e valorizando os diferentes territórios do concelho. O Vai-Vem é mais um exemplo desse compromisso”.

A entrada nas iniciativas é gratuita, estando sujeita à lotação dos espaços.

 

Foto: DR