O Grupo Desportivo de Castanheira, de Paredes de Coura, manifestou publicamente o seu desagrado relativamente à escolha do local para a final da Taça do Minho de Futsal Seniores Feminino, que irá disputar frente ao Clube Recreativo de Candoso, de Guimarães. A partida está agendada para o próximo sábado, dia 20 de junho, às 17h30, no Pavilhão Grupo Nun’Álvares, em Fafe.
Em comunicado divulgado pelo clube courense, a direção considera que a localização do recinto não respeita o princípio da equidade entre os dois finalistas. Segundo o GD Castanheira, a equipa adversária ficará a cerca de 18 quilómetros do pavilhão ( viagem de ida e volta de 36km), enquanto o conjunto de Paredes de Coura terá de percorrer aproximadamente 96 quilómetros (viagem de ida e volta de 192 km) para chegar ao local da decisão.
O clube entende que uma final deve decorrer em condições que garantam igualdade de oportunidades para ambas as equipas, não apenas no plano competitivo, mas também nos aspetos organizativos. Na mesma nota, refere que a proximidade do recinto a um dos finalistas poderá traduzir-se numa vantagem indireta, nomeadamente ao nível da mobilização de adeptos e do apoio nas bancadas.
O Grupo Desportivo de Castanheira destaca ainda o impacto da decisão nos atletas, dirigentes, familiares e adeptos, apontando maiores custos, tempos de deslocação mais longos e dificuldades logísticas acrescidas para acompanhar um dos momentos mais importantes da época. Apesar das críticas, o clube sublinha que respeita as entidades organizadoras e as decisões tomadas.
No comunicado, a direção manifesta a expectativa de que, no futuro, a definição dos locais das finais seja alvo de uma reflexão mais aprofundada, privilegiando critérios que promovam maior equilíbrio entre os participantes e reforcem os princípios de igualdade e neutralidade competitiva.
A final da Taça do Minho de Futsal Seniores Feminino colocará frente a frente o Grupo Desportivo de Castanheira e o Clube Recreativo de Candoso, numa partida que decidirá o vencedor da competição distrital.
Foto: Miguel Pontes










