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Dar corda ao tempo: a arte que resiste nas mãos de Diamantino

Há ofícios que contam o tempo de outra forma. Em Vila Nova de Cerveira, Diamantino Oliveira é um desses guardiões silenciosos, há 60 anos dedicado à relojoaria — uma arte feita de paciência, precisão e memória.

Natural de Febres, em Cantanhede, cedo aprendeu o ofício que o viria a acompanhar pela vida fora. Mudou-se para Cerveira ainda jovem, primeiro para trabalhar por conta de outrem, até abrir o seu próprio espaço, onde hoje continua a dar vida a relógios que muitos já esqueceram.