O músico e compositor lisboeta morreu esta segunda-feira, aos 76 anos, vítima de uma paragem cardiorrespiratória. Deixa mais de cinco décadas de carreira, 14 álbuns de originais e uma obra com forte presença na música portuguesa.
Jorge Palma morreu esta segunda-feira à noite, aos 76 anos, vítima de uma paragem cardiorrespiratória. A morte foi anunciada pela família e pela agência do músico através das redes sociais. Na mensagem, a família recorda uma carreira com mais de meio século e uma obra que, segundo os familiares, “faz parte da história” portuguesa.
Nascido em Lisboa, em 1950, Jorge Palma iniciou-se na música clássica, mas trocou o piano clássico pelo rock ainda na adolescência. Ao longo da carreira, afirmou-se como cantor, compositor e pianista, deixando 14 álbuns de originais, além de vários prémios e distinções.
Na mensagem de despedida, a família destaca também a generosidade e a ligação que Jorge Palma criou com várias pessoas ao longo da vida. A mulher, Rita Tomé, os filhos, Vicente e Francisco Palma, e os managers, André Sebastião e Tiago Branco, pedem que o músico seja recordado através das suas “canções e palavras”.
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