O festival internacional de folclore 41.º Folk “O Mundo a Dançar” regressa entre os dias 1 e 10 de agosto, levando música, dança e tradições populares a oito concelhos do Alto Minho e ao município galego de Salvaterra do Miño. A iniciativa contará com a participação de grupos provenientes de 10 países e promete voltar a afirmar-se como um dos maiores eventos do género em Portugal.
Organizado pelo Grupo Folclórico da Casa do Povo de Barbeita, o festival reúne este ano agrupamentos da Arménia, Brasil, Colômbia, Equador, Estados Unidos da América, México, Portugal, Senegal, Sérvia e Taiwan, representando quatro continentes.
Os espetáculos terão lugar em Arcos de Valdevez, Barbeita, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Valença, Vila Nova de Cerveira e ainda em Salvaterra do Miño, na Galiza. Todas as atuações têm início às 22h00 e são de entrada gratuita.
Entre os momentos de maior destaque da programação está a Gala D’Aliança, agendada para 2 de agosto, em Ponte do Mouro, Barbeita, e a Gala do Alvarinho, que encerra o festival no dia 9 de agosto, no Campo da Feira, em Monção. O espetáculo de encerramento contará ainda com uma atuação especial da Azeituna – Tuna de Ciências da Universidade do Minho.
Outro dos pontos altos acontece a 6 de agosto, quando os grupos participantes desfilam pela feira semanal e pelas ruas do centro histórico de Monção. Nesse mesmo dia, realiza-se a receção oficial às delegações, marcada para as 11h00, na Casa do Curro, na Praça Deu-la-Deu Martins.
Considerado pela organização como um dos mais relevantes festivais folclóricos do país, o Folk “O Mundo a Dançar” reúne anualmente cerca de 80 mil espectadores ao longo das várias apresentações. A edição de 2026 envolve aproximadamente 500 elementos dos grupos participantes e cerca de 100 voluntários, responsáveis por áreas como logística, alimentação, limpeza, acompanhamento das delegações e interpretação.
Ao longo de dez dias, o festival volta a promover o encontro entre diferentes culturas, reforçando a música, a dança e o folclore como instrumentos de partilha, amizade e aproximação entre povos.
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