O concelho de Caminha recebe, no próximo dia 25 de abril, a estreia do projeto “Fora d’Horas”, uma nova iniciativa que pretende reforçar a programação cultural no Alto Minho através de eventos regulares e de proximidade.
Apresentado como um hub de programação cultural, o “Fora d’Horas” propõe-se criar experiências fora dos horários habituais dos espaços, com um formato mais intimista e sustentável. A iniciativa visa dar visibilidade a talento emergente, dinamizar espaços locais e atrair projetos artísticos que raramente passam pela região.
A sessão inaugural terá lugar na Casa Almeida e contará com a atuação do projeto Zuca-Truca, formado por Rafael Freitas e Mariana Campos. O duo dedica-se à criação, investigação e mediação em torno da música tradicional minhota, desenvolvendo um trabalho interdisciplinar que cruza performance, pedagogia, artesanato e investigação de terreno.
O evento tem início com a abertura de portas às 20h00, seguindo-se o concerto às 21h00, e encerramento previsto para as 23h00. Os bilhetes têm o custo de 12 euros, sendo permitida a entrada a partir dos 8 anos — com gratuitidade para crianças entre os 8 e os 12 anos. Cada pessoa pode adquirir até dois ingressos, estando disponíveis pagamentos por meios eletrónicos como Multibanco, MB Way e VISA.
No local estará também disponível um menu especial desenvolvido em parceria com a Casa Almeida, com opções adaptadas a diferentes públicos, incluindo alternativas vegetarianas e menus infantis.
Segundo a organização, o projeto pretende contribuir para uma maior regularidade na oferta cultural do território, promovendo ligações entre artistas, parceiros e comunidade. A escolha do Dia da Liberdade para a estreia reforça o simbolismo associado à celebração cultural e à participação coletiva.
Em termos de política de cancelamento, estão previstos reembolsos de 50% do valor do bilhete para desistências comunicadas até 21 de abril, não sendo efetuados reembolsos após essa data.
O “Fora d’Horas” apresenta-se como o início de uma nova dinâmica cultural na região, com a ambição de estabelecer uma programação contínua e alargar o seu impacto no Alto Minho.
Foto: Fora d’Horas










