No coração de Caminha, o emblemático Café Central prepara-se para fechar portas, pondo fim a décadas de histórias, encontros e rotinas que marcaram gerações. Um desacordo com o senhorio ditou o fim de um espaço quase centenário.
À frente do café há mais de trinta anos, Tomás Capela, um dos sócios, vive estes dias com emoção contida. Entre memórias e despedidas, o responsável não esconde a tristeza de ver partir um lugar que se tornou parte da identidade da vila.









