O XXV Festival de Folclore Internacional – Alto Minho está de regresso de 17 a 23 de julho a Viana do Castelo, contando com a participação de grupos da Bolívia, Bulgária, Índia, Quénia, Polónia, Sérvia e Portugal.
Em 2023, na comemoração dos seus 25 anos, o número de nações que já participaram neste festival ascende a 64.
O programa inclui um evento que junta vianenses e grupos visitantes, mas também migrantes residentes em Viana do Castelo que nos darão a provar comida do seu país de origem (Brasil, Síria, Arménia, Ucrânia, Venezuela e Afeganistão).
O público passa a ser, também, protagonista, aprendendo as danças e as músicas dos países que nos visitam, podendo dançar com eles, na Praça da República.
“Este festival proporcionará aos elementos dos grupos estrangeiros uma tarde cultural2 descreve a autarquia, com a visita a locais de interesse histórico e cultural de Viana do Castelo, como o Navio-hospital Gil Eannes, o Museu do Traje, e subir o monte de Santa Luzia no centenário funicular.
Este festival realiza-se desde 1977 e comemora este ano 25 anos, tendo apenas sido interrompido durante os dois anos de restrições devido à COVID-19.
Na sua comissão organizadora, este festival incluiu nove grupos de folclore associados da Associação de Grupos Folclóricos do Alto Minho, o que aumenta o número de pessoas e comunidades envolvidas.
Grupo Folclórico Danças e Cantares de Alvarães, Grupo Danças e Cantares de Vila Nova de Anha, Grupo Etnográfico de Areosa, Grupo Folclórico São Paulo de Barroselas, Grupo Folclórico das Bordadeiras da Casa do Povo de Cardielos, Grupo Folclórico e Cultural Danças e Cantares de Carreço, Grupo Etnográfico de Castelo do Neiva, Rancho Folclórico das Terras de Geraz do Lima e Rancho Folclórico das Lavradeiras de Vila Franca são os grupos envolvidos.
A todos os grupos visitantes será ofertado o troféu “Vira”, uma obra criada pelo Arquiteto Ermanno Aparo, que a presenteou ao Festival de Folclore Internacional Alto Minho em 2004.










