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Requalificação de dois milhões de euros em escola de Cerveira avança em junho

A Câmara de Vila Nova de Cerveira anunciou que a segunda fase da empreitada de requalificação da escola básica e secundária, num investimento de dois milhões de euros, deverá começar em junho.

Em comunicado, a autarquia adiantou ter sido assinado, esta quarta-feira, “o contrato da empreitada que foi adjudicada à Predilethes – Construções, Lda., após concluído o procedimento de contratação pública por concurso público”.

“Dado o enorme valor envolvido, o próximo passo consiste em remeter o contrato para visto de Tribunal de Contas que, num período previsível de 30 dias, dará o seu parecer. Só mediante essa aprovação é que os trabalhos podem arrancar, com previsão para o mês de junho, coincidindo com o final do presente ano letivo, prolongando-se por 15 meses”, especifica a nota.

O presidente da Câmara Municipal, Fernando Nogueira, citado na nota enviada à imprensa, refere que, “ultrapassados vários entraves administrativos-burocráticos, esta grande e importante obra vai avançar para o terreno, estando agendada uma reunião técnica prévia para consensualizar a intervenção no interior do edifício com o fim do período escolar, de forma a perturbar o menos possível”.

A segunda fase da empreitada de requalificação daquele estabelecimento de ensino com quase 25 anos visa “a construção de raiz de um edifício designado como centro de recursos composto por biblioteca/auditório para capacidade para 119 lugares sentados, a ampliação do espaço de refeitório, a cobertura dos corredores de circulação e dos espaços de recreio exteriores, o reforço das condições de segurança e de acessibilidades, bem como a adaptação à eficiência energética”.

A primeira fase das obras, iniciada em 2018, representou um investimento municipal de 400 mil euros, dos quais 100 mil garantidos através do Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial (PDCT) e do Ministério da Educação, e incluiu a “remoção dos revestimentos em fibrocimento, a construção da nova portaria na entrada sul e a melhoria das condições de conforto térmico do edifício existente, através da implementação de um sistema de isolamento térmico pelo exterior”.

O investimento de dois milhões de euros “resulta de financiamento aprovado pelo Programa Operacional Norte 2020, com uma comparticipação de FEDER de 1,7 milhões de euros e do Ministério da Educação em 105 mil euros, cabendo à Câmara Municipal suportar o montante remanescente”.