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Viana do Castelo prepara construção de novo centro para proteção civil municipal

A Câmara de Viana do Castelo aprovou hoje, por unanimidade, a abertura do concurso público para a construção de um novo centro de proteção civil municipal, num investimento estimado em mais de 885 mil euros.

O investimento é justificado, segundo a proposta socialista hoje aprovada em sessão do executivo municipal, pela falta de condições do atual espaço ocupado por aquele serviço, no quartel dos Bombeiros Sapadores de Viana do Castelo.

“O edifício atual não dá resposta às novas exigências. É necessário criar novos espaços onde se possam desenvolver e dar resposta a todas as atividades que lhe são legalmente atribuídas”, refere o documento aprovado pelo executivo.

Durante a apresentação do projeto, o presidente da Câmara, José Maria Costa, disse o novo edifício está previsto para terrenos situados junto ao quartel dos Bombeiros Sapadores de Viana do Castelo.

O autarca socialista afirmou ainda que o município vai candidatar a empreitada ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR).

“O POSEUR financia este tipo de equipamentos. A urgência em aprovar a abertura do concurso público é para ver se ainda conseguimos financiamento na fase final da reprogramação do programa”, especificou.

Atualmente, o Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viana do Castelo está instalado no “Palácio dos Cunhas”, como é designado localmente.

O edifício retrata a arquitetura civil do século XVIII, no qual se destaca a fachada principal, voltada a sul, além do amplo logradouro.

Em setembro de 2016, o palácio passou também a funcionar como tribunal judicial, após obras de adaptação às novas funções no valor de cerca de 219.555 euros.

Aquele palácio recebeu já o “liceu” da cidade e outros serviços públicos, nomeadamente a Junta Distrital e a Polícia de Segurança Pública.

Até este ano, o palácio abria portas na Romaria d’ Agonia para receber as centenas de mordomas minhotas que participam no desfile da mordomia que não se realizou devido à pandemia de covid-19.