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Investimento de 2 ME transforma imóvel degradado de Caminha em projeto turístico

Uma empresa portuguesa está a investir dois milhões de euros na requalificação de um imóvel degradado situado em plena marginal de Caminha, para o transformar num empreendimento turístico de luxo, informou hoje a câmara local.

Em comunicado hoje enviado à imprensa, para dar nota do início dos trabalhos de recuperação de um edifício “icónico” no centro histórico, a autarquia presidida por Miguel Alves explica que o projeto “vai criar cinco apartamentos ‘premium’ para o turismo, apostando num segmento alto do mercado”.

“Com acabamentos e decoração de luxo, o equipamento terá quatro apartamentos T2 e um apartamento T4, para além de piscina, zona de lazer, sauna e outros serviços complementares. O empreendimento terá ainda um salão com capacidade para albergar eventos com meia centena de pessoas”, refere a nota, destacando que “a empresa de construção civil responsável pela empreitada é do concelho de Caminha”.

Para o presidente da câmara, Miguel Alves, citado no documento, o investimento agora iniciado tem “um duplo significado”.”O primeiro, a valia de uma indústria como o turismo que, nos últimos anos, duplicou o número de hóspedes na nossa terra. O segundo, vem demonstrar a confiança dos agentes económicos num momento de medo e de interrogação”, disse, referindo-se à pandemia de covid-19.

“Mesmo em tempos de pandemia, o concelho de Caminha não deixa de atrair investimento na área do Turismo”, reforçou.

De acordo com a autarquia, com este novo empreendimento “são já cinco os projetos desenvolvidos pela Ma Petite Maison Lda no concelho da Foz do Minho, sinal da confiança gerada pelo bom desenvolvimento da economia nos últimos anos”.

“No meio desta pandemia que tomou conta do nosso quotidiano, os investidores privados continuam a aparecer e dão um sinal positivo para o futuro. O momento é muito difícil, mas a descida da taxa de desemprego no mês de junho e o aparecimento destes investidores, dão-nos alento, enquanto comunidade, para enfrentarmos os meses duros que se seguem”, realçou Miguel Alves.