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CLAÚDIA FREIRE/REVISTA ETNOGRÁFICA

Morreu Benjamim Pereira, “figura marcante na antropologia” em Portugal

O antropólogo Benjamim Pereira morreu na quarta-feira, aos 91 anos, em Viana do Castelo, disse hoje o diretor do Museu Nacional de Etnologia, do qual foi fundador e “figura marcante da antropologia em Portugal”.

A notícia foi avançada pelo jornal Público, indicando que Benjamim Pereira morreu no Hospital de Viana do Castelo, ao qual tinha recorrido após doença súbita, segundo Clara Saraiva, presidente da Associação Portuguesa de Antropologia (APA), sua amiga de longa data.

Contactado pela Lusa, o diretor do Museu Nacional de Etnologia, em Lisboa, Paulo Costa, disse: “Foi uma pessoa marcante para a antropologia e a museologia em Portugal. Foi um dos grandes edificadores do museu, quer na recolha das coleções portuguesas, quer na investigação”.

Benjamim Pereira tinha completado 91 anos a 25 de dezembro último.

Nasceu em 1928, em Carreço (Viana do Castelo), e foi um dos pioneiros da investigação em etnologia e antropologia, através do seu trabalho no Centro de Estudos de Etnologia, e no futuro Museu Nacional de Etnologia, a par de António Jorge Dias, Ernesto Veiga de Oliveira, Jorge Dias, Margot Dias e Fernando Galhano.

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