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Câmara de Valença aprova orçamento de 20,8 milhões de euros para 2019

A maioria PSD na Assembleia Municipal de Valença aprovou o orçamento para 2019 de 20,8 milhões de euros, mais de um milhão de euros do valor deste ano, rejeitado pela oposição socialista por “divergências e perspetivas políticas”.

“Fazer de Valença a melhor das terras para se viver, trabalhar, estudar e visitar. Este é um objetivo estratégico permanente, exigindo criatividade e novos e inovadores projetos que perseguimos todos os dias”, afirmou o presidente da Câmara, Jorge Mendes, citado num comunicado da Câmara Municipal enviado à imprensa.

No documento, a autarquia referiu que o Orçamento para 2019 é “focado na infraestruturação e na competitividade do concelho e na máxima Valença uma boa terra para viver, visitar e investir”.

A conclusão da quarta fase da requalificação da Fortaleza, a aposta na valorização do rio Minho e o avanço da requalificação do Complexo Escolar da EB 2 /3 Muralhas do Minho, num investimento de mais de três milhões de euros são, segundo a autarquia, “as grandes obras que vão marcar Valença em 2019”.

O município destacou ainda a “manutenção da rede viária nas freguesias e a continuidade das obras de regeneração urbana da cidade”.

“Valença é, hoje, um dos concelhos de Portugal com impostos mais baixos. Em 2019 mantém-se o pacote de medidas reformistas, em matéria fiscal e de taxas municipais, com reduções de 50% a 95%, que pretendem dinamizar a economia, atraindo mais investimento industrial, logístico, comercial, agrícola e turístico e fixando a população”, sustentou.

Segundo a Câmara de Valença, “o turismo é uma das grandes apostas, focada na Fortaleza, com mais de dois milhões de visitas por ano, nos Caminhos de Santiago a bater a barreira dos 60 mil peregrinos, no turismo verde, com a aposta numa nova ecovia e ancoradouros no Rio Minho e promoção da hotelaria e restauração”.

“Nesta área merece destaque o contínuo trabalho na candidatura da Fortaleza a Património Mundial da UNESCO, bem como toda a abrangência do projeto da eurocidade de Valença e Tui, na Galiza”, sublinhou a autarquia.

Contactado pela Lusa, o líder da bancada do principal partido da oposição na Assembleia Municipal, o socialista José António Nogueira, explicou que o documento “não traduz o pensamento político do PS”.

O líder da bancada socialista naquele órgão autárquico, composta por dez elementos, criticou a maioria social-democrata na Câmara Municipal por ter feito “orelhas moucas das cerca de 15 propostas apresentadas pelo PS durante a discussão do Orçamento para 2019”.

“A razão principal do nosso voto contra assenta em divergências e perspetivas políticas já que o PS defende as pessoas e, este orçamento, não defende as pessoas. Está mais virado para as pequenas obras e coisas acessórias, esquecendo questões prioritárias, nomeadamente, os apoios sociais”, sublinhou.

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