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“Havemos de ir a Viana” encerra temporada de festivais com mais dois prémios na Índia

O vídeo musical “Havemos de ir a Viana”, produzido pela ‘Vianafestas’, entidade organizadora da Romaria d’Agonia, acaba de ganhar mais dois prémios na Índia, totalizando 12 prémios em 14 festivais nos quatro cantos do mundo.

O videoclipe da canção “Havemos de ir a Viana”, de Alain Oulman, com letra de Pedro
Homem de Melo e imortalizado por Amália Rodrigues, é a mais recente reinterpretação
do tema, com o contributo de 48 artistas e músicos de Viana do Castelo de diferentes
áreas musicais, lançado em 2020, na Romaria d’Agonia.

Após dois anos em apreciação no circuito dos festivais internacionais, o vídeo realizado
pelo vianense Flávio Cruz termina a ‘temporada’ com mais dois prémios no “Malabar
Music Festival” na Índia, para “Best Folk Song Video” e “Best Portuguese Song Video”
O videoclipe, que participou em 14 festivais de 11 países diferentes, arrecadou 12
prémios e cinco menções honrosas.

“A música “Havemos de ir a Viana” há muito que se tornou no hino das Festas d’Agonia,
em Viana do Castelo, cantada espontaneamente pelos milhares de pessoas que assistem aos desfiles e cortejos”, deu nota a Comissão das Festas da Senhora d’Agonia.

Em 2020, devido às restrições causadas pela pandemia, a organização abriu o programa das festas, essencialmente digital, “com um videoclipe inédito”, que reuniu, “pela voz e pela arte”, 48 artistas do fado ao hip-hop.

O projeto, no âmbito da marca “Somos Todos Romaria”, pretendeu “relembrar a alegria vivida durante a Romaria e mostrar a vontade dos vianenses de voltar a vivê-la em plenitude”.

No dia da estreia, o videoclipe foi visto 500 vezes por minuto, ultrapassando um milhão de visualizações nas três plataformas das redes sociais, nos cinco dias da festa. Passados três anos, já soma 1,3 milhões de visualizações e 14 prémios.

A iniciativa, no âmbito da marca Somos Todos Romaria, resultou de uma proposta da Comissão de Festas da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia e foi uma das formas encontradas para colmatar os efeitos das restrições que a situação pandémica exigia, num ano em que o programa foi, essencialmente, online.