A Oficina Cultural do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) reabriu ao público com a inauguração da exposição “Um tempo que se abre – Permanecer no olhar, na matéria, na memória”, da artista Maria João Lousa.
A mostra integra as comemorações dos 40 anos do IPVC e assinala simultaneamente a primeira grande exposição individual de Maria João Lousa, bem como o regresso da atividade expositiva ao espaço após obras de remodelação.
A cerimónia de inauguração decorreu na segunda-feira e contou com a presença de membros da comunidade académica e convidados. O evento incluiu ainda um momento musical protagonizado pelo jovem violoncelista Benedito Lopes, aluno finalista da Escola Profissional Artística do Alto Minho (ARTEAM).
Com curadoria de Fernanda Vilas Boas, a exposição reúne obras das séries “Silêncios” e “Ecos do Oriente”, além de outros trabalhos representativos do percurso artístico da artista. As peças refletem influências das suas origens angolanas, bem como das experiências vividas em Macau e das viagens realizadas por vários países asiáticos.
Natural de Angola e atualmente residente no Alto Minho, Maria João Lousa desenvolve uma linguagem artística maioritariamente abstrata, marcada pela exploração da memória, da matéria e da emoção.
A exposição estará patente na Oficina Cultural do IPVC até 2 de julho.










