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Utentes denunciam falta de condições no Centro de Saúde

A falta de condições na sala de espera provisória do Centro de Saúde de Ponte da Barca está a motivar queixas de utentes, que apontam problemas de conforto, ausência de instalações sanitárias e infiltrações de água. A Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) reconhece os constrangimentos e prevê a conclusão das obras de requalificação até ao final deste ano.

Hugo Viana, utente da unidade, denunciou a situação à Altominho TV, referindo que, desde o início das obras, os utentes passaram a aguardar atendimento numa garagem.

Segundo o próprio, o espaço não dispõe de casa de banho para os utentes e apresenta problemas de conforto térmico, agravados com a descida das temperaturas. O denunciante alerta ainda para a entrada de água no espaço em dias de chuva, manifestando preocupação com a aproximação do inverno e com as condições de quem ali aguarda por consulta.

Contactada pela Altominho TV, a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULS do Alto Minho) reconheceu os constrangimentos associados ao funcionamento provisório do Centro de Saúde de Ponte da Barca.

Em resposta, adiantou que o presidente do Conselho de Administração se deslocou ao local e tomou conhecimento das condições existentes e dos transtornos sentidos pelos utentes.

A instituição informou ainda que estão previstas medidas para melhorar o conforto dos espaços provisórios e reforçar a disponibilidade de instalações sanitárias.

“A ULSAM reconhece e lamenta os transtornos causados aos utentes durante este período transitório, apelando à sua compreensão. Importa salientar que esta intervenção tem como objetivo proporcionar instalações mais modernas, funcionais e adequadas às necessidades da população, traduzindo-se, após a sua conclusão, numa melhoria substancial das condições de conforto, acolhimento e prestação de cuidados de saúde”, pode ler-se na resposta da instituição, sublinhando que a intervenção pretende dotar o centro de saúde de instalações mais modernas e adequadas às necessidades da população.

Segundo a ULSAM, a previsão é que os trabalhos de requalificação estejam concluídos até ao final de 2026, permitindo melhorar as condições de acolhimento e de prestação de cuidados de saúde.

Foto: Altominho TV/Ilustrativa