A Unidade de Saúde Familiar (USF) Vale do Âncora, em Caminha, regressou na terça-feira às instalações originais, depois de, em agosto, uma inundação no imóvel que continua em obras obrigar à transferência provisória, disse hoje fonte oficial.
Em declarações à Lusa, fonte oficial da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) explicou que a atividade assistencial já regressou ao edifício de onde teve de sair a 25 de agosto, devido a uma inundação.
Quanto à empreitada de renovação daquela USF no concelho de Caminha, ainda não está concluída, e as previsões apontam para a sua conclusão no final do mês, acrescentou.
Numa informação partilhada nas redes sociais a que a Lusa teve hoje acesso, a Câmara de Caminha explica que a partir de 6 de outubro “os serviços da USF do Vale do Âncora voltam a funcionar nas instalações da unidade”.
“Agradecemos a compreensão de todos durante este período e informamos que o atendimento será retomado normalmente nas instalações habituais. O município de Caminha agradece à Ancore Residence pela disponibilidade, acolhimento e apoio prestados ao disponibilizar as suas instalações”, refere a autarquia.
A 22 de setembro, fonte oficial da ULSAM tinha revelado à Lusa que a USF regressava em outubro ao edifício original e que a empreitada estava “em fase final”.
A mesma fonte assegurou, então, que a atividade assistencial estava a decorrer normalmente nas instalações provisórias, no edifício Âncora Sénior (antiga Ancorensis – Cooperativa de Ensino), na Rua Alexandre Herculano, em Vila Praia de Âncora.
Em agosto, em comunicado, a ULSAM justificou que a solução permitia “assegurar a continuidade da prestação de cuidados de saúde à população enquanto decorrem os trabalhos necessários para repor as condições de funcionamento nas instalações habituais da USF”.
De acordo com a informação disponível no portal do Serviço Nacional de Saúde (SNS), a obra de requalificação e ampliação do Centro de Saúde de Vila Praia de Âncora, num investimento total de cerca de 700 mil euros, foi lançada simbolicamente em junho de 2025.
O ‘site’ acrescenta que o equipamento, com cerca de quatro décadas, “necessitava de uma intervenção profunda”, prevendo-se que a obra tivesse a duração de cerca de oito meses.
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