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Vila Nova de Cerveira consolida dinamismo exportador com crescimento de 10,5%

A Câmara de Vila Nova de Cerveira deu hoje nota que a autarquia “continua a afirmar-se como um concelho de forte dinamismo económico, registando um crescimento de 10,5% nas exportações de bens no terceiro trimestre de 2025, face ao período homólogo de 2024”.

Os dados que corroboram esta trajetória do concelho constam do mais recente relatório “Norte Conjuntura”, publicado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), que acompanha a evolução económica da região Norte.

Com este desempenho, “o concelho mantém-se entre os 20 municípios mais exportadores da Região Norte, ocupando a 17.ª posição num universo de 86 municípios”.

De acordo com o relatório, dos 20 principais concelhos exportadores do Norte, onze registaram crescimento das exportações no terceiro trimestre de 2025, comparativamente ao mesmo período do ano anterior. Entre os aumentos mais expressivos destacam-se Paredes (15,1%), e de seguida Vila Nova de Cerveira (10,5%).

Para o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira,”este desempenho confirma que Vila Nova de Cerveira está no caminho certo”.

“O crescimento sustentado das exportações resulta do esforço, da inovação e da capacidade competitiva das nossas empresas, aliado ao trabalho contínuo do Município na criação de condições favoráveis ao investimento, à fixação de empresas e à valorização do território nos contextos regional e nacional”, disse ainda o presidente da Câmara.

A região do Alto Minho apresenta igualmente um desempenho positivo, reforçando a trajetória de crescimento observada no trimestre anterior, com um crescimento homólogo de 7,7%, após os 5,0% registados no segundo trimestre de 2025.

A nível regional, as exportações de bens do Norte registaram uma variação positiva de 0,4%, contrariando a tendência negativa do trimestre anterior, enquanto a nível nacional se observou uma quebra de 0,5%. Este crescimento regional foi impulsionado pelas exportações para países da União Europeia (+2,1%), com particular destaque para os bens de capital (+5,3%).