Viana do Castelo acolhe, até dia 27 de outubro, uma visita oficial da Organização Mundial da Saúde (OMS) para preparar a Reunião Anual da Rede Europeia de Cidades Saudáveis que a cidade vai acolher entre 15 e 19 de junho de 2026.
Esta visita técnica permite, assim, ao município e ao secretariado europeu das Cidades Saudáveis da OMS trabalharem em conjunto na definição das bases para a Reunião Anual de Trabalho e Conferência Técnica da Rede Europeia de Cidades Saudáveis da Organização Mundial da Saúde.
No arranque da visita, o presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, afirmou que a Saúde é uma área de intervenção “muito relevante” para o município. “Estamos atentos, queremos trabalhar de forma consistente e pró-ativa em termos de saúde”, disse, referindo que atualmente estão em curso investimentos na ordem dos oito milhões de euros na construção e requalificação de equipamentos de saúde.
Recordou que Viana do Castelo foi uma das cidades fundadoras da Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis (RPMS), constituída em 1997, “num processo de aprendizagem e capacitação muito significativo”. Por isso mesmo, realçou que acolher na cidade o encontro anual da rede, pela segunda vez é “uma oportunidade de partilha, aprendizagem, de desafios e compromissos”.
O vereador com o pelouro da Promoção da Saúde, Ricardo Rego, considerou esta visita essencial para que as equipas municipais e da OMS se conheçam e iniciem este trabalho de parceria. “Estamos extremamente contentes por terem escolhido Viana do Castelo para a próxima reunião anual da Rede Europeia de Cidades Saudáveis, uma escolha que nos dá muito orgulho”, considerou.
O presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, assinou uma carta de compromisso para “reafirmar formalmente o forte compromisso da nossa cidade com os valores e a missão da Rede Europeia de Cidades Saudáveis da OMS”.
Luís Nobre garante ainda que “estamos confiantes de que a realização desta reunião será uma oportunidade valiosa para partilhar experiências, fortalecer parcerias e promover coletivamente a agenda das cidades saudáveis na Europa”.










