Paredes de Coura volta a ser palco de mais uma edição da Escola do Rock, uma residência artística de verão que, ao longo de uma semana, reúne cerca de 40 jovens músicos oriundos de várias regiões do país. A iniciativa, promovida pelo Município de Paredes de Coura, decorre até 18 de julho no Centro Cultural, com diversas atividades abertas ao público.
Vindos de cidades como Lisboa, Porto, Castelo Branco, Viana do Castelo, Fundão ou Marvão, os participantes partilham o gosto pela música e pelo universo do rock. A Escola do Rock destina-se a jovens a partir dos 13 anos com conhecimentos musicais prévios, adquiridos em contexto formal ou de forma autodidata.
Sob a orientação de músicos profissionais, os participantes têm a oportunidade de ensaiar repertório clássico do rock, participar em workshops e atuar em diferentes contextos durante a residência. O momento alto acontece a 18 de julho, com a apresentação final do grupo, em local ainda a anunciar.
Mais do que um campo de férias musical, a Escola do Rock funciona como ponto de partida para a temporada de concertos e atividades da escola ao longo do ano, em festivais e eventos culturais em várias localidades, dentro e fora do país.
A programação inclui também iniciativas abertas ao público, como a inauguração da exposição de fanzines no dia 15 de julho, pelas 21h00, na Elevadora – Centro de Capacitação Empresarial, organizada pela Associação Cultural Rock’n’Cave. A 17 de julho haverá um concerto da banda Mish Mish em parceria com o Xapas Sessions, e uma visita à exposição “Discos Não-Pedidos”, uma coleção privada de Paulo Pinto, no Xapas Lounge, às 21h00.
Durante a semana, estão ainda previstas atuações surpresa pelas ruas de Paredes de Coura, caminhadas, idas ao teatro com as Comédias do Minho e ensaios abertos ao público, promovendo a interação entre os jovens músicos e a comunidade local.
A Escola do Rock integra a programação apoiada pela Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses, com o apoio da Direção-Geral das Artes, e tem-se afirmado, ao longo dos seus 11 anos de existência, como uma referência nacional no ensino artístico não-formal.










