“Estamos muito felizes, foi uma grande luta para conseguirmos este cartaz. Estamos cientes de que é um bom cartaz e que é adequado para Vilar de Mouros. Isso para nós é fundamental, saber quem é o nosso público.” As palavras são de Paulo Ventura, da Surprise & Expectation, entidade organizadora do Festival de Vilar de Mouros, que este ano regressa com quatro dias, de 23 e 26 de agosto, com nomes como Limp Bizkit, James e The Prodigy.
“As nossas expectativas são as melhores. Vamos trabalhar para conseguirmos igualar o que temos feito. Queremos ter um grande festival”, afirma o responsável, em declarações à Altominho TV.
A edição deste ano terá quatro dias, “devido a contingências do cartaz”, mas Paulo Ventura frisa que essa era já uma ideia antiga: “Era algo que já pensávamos experimentar.”
Paulo Ventura adianta ainda que o cartaz não está completamente fechado.
“Ainda pode haver mais alguma novidade”, frisa.
Em comunicado hoje enviado às redações, a organização confirma a participação dos Pendulum, Within Temptation, Xutos & Pontapés, Ornatos Violeta, The Bloody Beetroots DJ ‘set’, Millencolin, Peaches, Guano Apes, Enter Shikari, Apocalyptica, Bizarra Locomotiva, The Last Internationale, Nowhere To Be Found e Micomaníacos.
Organizado pela empresa Surprise & Expectation, o festival passa a ter o Crédito Agrícola como ‘naming sponsor’ e como parceiros a Câmara de Caminha e a Junta de Freguesia de Vilar de Mouros.
No primeiro dia, 23 de agosto, atuam Limp Bizkit, Xutos & Pontapés, Enter Shikari, The Last Internationale. A banda local Micomaníacos terá a sua estreia no palco principal do festival.
No dia 24 sobem a palco os britânicos The Prodigy, Millencolin, The Bloody Beetroots (DJ ‘set’) e Nowhere to Be Found.
O cartaz do terceiro dia de Vilar de Mouros, reserva as atuações dos Pendulum, Within Temptation, Apocalyptica e, Bizarra Locomotiva.
O festival termina, no dia 26 de agosto, com os James, Ornatos Violeta, Guano Apes, Peaches.
Já no palco histórico, que já acolheu nomes como U2 ou Elton John, entre tantos outros, situado fora do recinto do festival, haverá concertos e DJ, de acesso livre.
O primeiro festival de música do país, que ainda hoje goza da fama do “Woodstock” à portuguesa, aconteceu em 1971 em Vilar de Mouros, tendo sofrido um interregno de oito anos, entre 2006 e 2014.
Como tantos outros festivais de música em Portugal, o Vilar de Mouros não se realizou em 2020 e 2021 devido às restrições impostas para combater a pandemia da covid-19.
A 1.ª edição de 1971, lançada pelo médico António Barge, contou com a presença, entre outros, de Elton John e Manfred Mann.
O passe para os quatro dias do festival custa 120 euros e para os dias 24, 25 e 26, 90 euros. O bilhete diário tem um custo de 45 euros.










