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Facebook, Instagram e Whatsapp voltam após mais de seis horas “em baixo”

As redes sociais Facebook e Instagram e o serviço de mensagens instantâneas WhatsApp, detidas pela empresa de Mark Zuckerberg, estiveram esta segunda-feira com falhas de acesso em vários países do mundo, incluindo em Portugal, durante mais de seis horas.

Depois de várias horas “em baixo”, as aplicações voltaram a funcionar, mas de forma irregular e sem acesso a todos os recursos.

De acordo com o portal Downdetector, esta foi a maior falha deste tipo alguma vez registada, com 10,6 milhões de relatórios de problemas reportados em todo o mundo.

O responsável pela área da tecnologia do Facebook (CTO), Mike Schroepfer, pediu hoje “sinceras desculpas” a todos os utilizadores afetados pela interrupção nos serviços, mas sem revelar o motivo que levou ao “apagão”.

“Estamos a enfrentar problemas na rede e as equipas estão a trabalhar o mais rápido possível para expurgar e restaurar o serviço o mais depressa possível”, disse hoje Mike Schroepfer na sua conta no Twitter.

O regresso aconteceu já passava das 22h30, mais de seis horas depois do “apagão”, mas mesmo assim com deficiências. Não era possível, por exemplo, utilizar todas as reações a posts no Facebook ou partilhar links de notícias com o preview das mesmas

Estados Unidos, México, França, Roménia, Noruega, Geórgia, Grécia foram dos países afetados. Foram assim milhões de pessoas que ficaram sem poder comunicar.

As falhas começaram a ser reportadas pelos utilizadores depois das 16h30 (hora de Lisboa) e até ao momento ainda não regressaram à normalidade.

Esta falha surgiu um dia após uma denunciante, que compartilhou vários documentos do Facebook, alegando que o gigante das redes sociais sabia que os seus produtos promoviam o ódio e prejudicavam a saúde mental das adolescentes, ter revelado a sua identidade, numa entrevista à cadeia CBS, nos EUA.

Frances Haugen, cientista de dados de 37 anos, do Iowa, acusou a empresa de colocar “os lucros acima da segurança”.