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Movimento solidário continua a produzir equipamentos de proteção para instituições

Um movimento solidário que começou com um apelo nas redes sociais reúne mais de 100 voluntárias de Vila Nova de Cerveira, Melgaço, Valença e Caminha, que, a partir de casa, continuam a costurar equipamentos de proteção individual para ajudar profissionais de saúde e instituições do Alto Minho.

Mais de um mês depois do início do projeto solidário lançado por Paula Santos, foram entregues batas, toucas e máscaras a instituições sociais, bombeiros voluntários, centro de saúde e hospitais do distrito de Viana do Castelo, bem como a três hospitais do Porto.

Segundo Paula Santos, o objetivo do Movimento Solidário de Vila Nova de Cerveira é “ajudar a todos os concelhos a produzirem para si próprios sem custos alguns, tudo gratuito com ajuda de donativos em material e não em dinheiro”.

As voluntárias apenas precisam de matéria-prima para continuar a desenvolver os equipamentos e chegar a mais instituições.

A Câmara de Valença doou recentemente 400 metros de tecido não tecido (TNT), 1300 metros de elásticos e linhas, destinados à confeção de cinco mil máscaras. A restante matéria-prima será para produzir batas e cógulas, “para apoio de todos os valencianos”, anunciou este sábado o movimento.

Ainda segundo o movimento cerveirense, “deste donativo, 25% irá ser entregue ao hospital de Viana do Castelo ou a quem precise urgentemente de proteções hospitalares”.

O Movimento Solidário de Vila Nova de Cerveira conta com várias costureiras, uma modista, uma enfermeira e uma pessoa responsável pela recolha e entrega de toda a produção. “Continuamos no bom caminho, a cooperar no voluntariado e solidariedade”.