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AFVC inicia ciclo de reuniões descentralizadas no concelho de Viana do Castelo

Na passada segunda-feira, dia 19 de janeiro, realizou-se a primeira reunião da Direção da Associação de Futebol de Viana do Castelo (AFVC) em formato descentralizado, um momento marcante para a vida associativa e desportiva do concelho de Viana do Castelo.

A reunião contou com a presença da Direção da AFVC, do Diretor Técnico Regional e dos seus três coordenadores, bem como dos clubes do concelho de Viana do Castelo. O Município esteve igualmente representado, através da presença do Vereador do Desporto, Ricardo Rego, e do Chefe de Divisão, Sérgio Fernandes, reforçando a importância da articulação institucional entre a AFVC, os clubes e a autarquia.

Durante a sessão foram abordados diversos temas estruturantes para o desenvolvimento do futebol distrital, abrangendo não só o futebol e o futsal, mas também outras áreas estratégicas em crescimento, como o walking football, o futebol de praia e os Esports, bem como a vertente da responsabilidade social associada à atividade desportiva.

Entre os principais pontos em discussão estiveram a sustentabilidade dos clubes, a necessidade de criação de protocolos de apoio mais estáveis, transparentes e alargados no tempo, assim como a importância das infraestruturas desportivas. Neste âmbito, foi destacada a urgência de avançar com o projeto da Academia de Futebol da AFVC, considerada essencial para o trabalho estruturado e contínuo das seleções distritais.

Foram ainda debatidas questões relacionadas com a segurança nos eventos desportivos, bem como os diferentes apoios disponíveis para os clubes, quer por parte da AFVC, da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e do Comité Olímpico de Portugal (COP).

Este encontro representou um momento de grande relevância para o futebol distrital, promovendo o diálogo direto, a proximidade com os clubes e o alinhamento de estratégias para o futuro. Para o Presidente da AFVC, Ricardo Felgueiras, esta reunião simboliza “mais uma promessa cumprida”, sendo motivo de orgulho para a Direção, ao reforçar uma governação mais participativa, moderna e descentralizada, próxima dos clubes e da comunidade.