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MUNICÍPIO DE CAMINHA

Dragagens no portinho de Vila Praia de Âncora asseguradas até 2023

O Governo vai assegurar, até 2023, as dragagens anuais no portinho de Vila Praia de Âncora, em Caminha.

Depois de ter assumido o compromisso de que seriam realizadas dragagens regulares neste porto de mar, até ser encontrada uma solução estrutural que será objeto de estudo técnico aprofundado, o ministro do Mar, Ricardo Serrão Santos, regressou a Vila Praia de Âncora para garantir dragagens de um total de 80 mil metros cúbicos de areia.

Um investimento total de 4,3 milhões de euros, que contempla ainda dragagens nos portos de Esposende, Póvoa de Varzim e Vila do Conde, consta de um contrato celebrado esta segunda-feira, no Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora, entre a Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM) e a empresa Rohde Nielsen.

Para o ministro do Mar, hoje foi “um dia feliz” por ter sido selado o “primeiro plano plurianual” de dragagens, com “a maior autorização de sempre dada por um Governo” para aquele fim.

No portinho de Vila Praia de Âncora já está a decorrer uma dragagem de 111 mil metros cúbicos, num investimento de 1,6 milhões de euros. A areia retirada está a ser utilizada no enchimento de geocilindros para consolidação da Duna dos Caldeirões.

“Dada a obra em curso, o Contrato Plurianual de Dragagens dos Portos do Norte não prevê mais operações para o ano em curso em Vila Praia de Âncora, mas assegura dragagens para 2022 e 2023, com quantidades de areia a retirar do Portinho de 25 mil m3 e 55 mil m3 respetivamente”, adianta a autarquia em comunicado enviado à imprensa.

O presidente da DGRM, José Carlos Simão, anunciou que há um procedimento em preparação que envolve o estudo da reconfiguração do porto de Vila Praia de Âncora, que será financiado pelo PO Mar2020, com o objetivo de minimizar as condições de assoreamento.

“Uma terra que é do mar gosta de receber esta brisa de novidades e de boas notícias”, afirmou o presidente da Câmara, Miguel Alves, sublinhando a importância do estudo que será realizado através da Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Recursos Marítimos.

O autarca reiterou também o desafio para que a gestão da área portuária possa ser entregue ao município. “Acredito que o município pode fazer melhor esta gestão, mais depressa, de forma mais eficaz, com maior proximidade e outros instrumentos”, disse.

No encerramento da sessão, o ministro do Mar destacou que o acordo celebrado vai permitir uma planificação atempada das dragagens, para que estas operações se possam realizar na altura certa, designadamente em termos de condições atmosféricas. Por isso, defendeu que estas planificações plurianuais devem continuar no futuro.

Ricardo Serrão Santos adiantou ainda que, através da Docapesca, serão investidos mais 4,35 milhões de euros em portos, para melhorar condições para a pesca, turismo e transporte de pessoas e bens.

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