A Escola Superior de Ciências Empresariais (ESCE) do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) tem um sensor ambiental, que permite consultar a qualidade do ar de Valença a qualquer hora do dia, informou esta quarta-feira a instituição de ensino.
A escola situada em Valença aderiu em 2020, através do Programa EcoEscola, ao projeto MAPeAR – Mapeamento Ambiental Colaborativo da Qualidade do Ar e Ruído, uma rede educativa que “permite, com um sensor fixo de monitorização de partículas PM10 e PM2,5, medir a qualidade do ar ambiente, enviando continuamente dados, em tempo real, sobre a qualidade do ar na zona envolvente”.
“A qualidade do ar em Valença é muito boa”, confirma Sofia Rodrigues, professora e investigadora da ESCE-IPVC, evidenciando os impactos que o “projeto pode ter para a comunidade”.
“O projeto tem como objetivo a promoção da literacia socioambiental sobre os impactos da qualidade do ar e os seus efeitos na saúde humana e, deste modo, incentivar à participação ativa no quotidiano das comunidades e cidades em que se inserem”, explica Sofia Rodrigues, que integra o programa ESCE EcoEscolas juntamente com a professora e investigadora Luísa Pinheiro.
“Através de uma plataforma SIG, existe um espaço onde todos os intervenientes podem partilhar, analisar e comparar os resultados recolhidos durante as atividades de monitorização, no que se pretende que possa vir a ser, um grande reservatório online de informação relativa à qualidade do ar e do ruído”, adiantou Luísa Pinheiro, acrescentando que a qualquer momento pode-se consultar a página e analisar a qualidade do ar na cidade de Valença.

O projeto colaborativo é financiado pelo Fundo Ambiental e está implementado em 47 instituições de ensino em Portugal.










