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Alto Minho regista alterações em três concelhos após divulgação do mapa de incidência

A Direção-Geral de Saúde (DGS) divulgou ontem segunda-feira, os dados de incidência da pandemia por concelho no período de 12 a 25 de novembro e constata-se que existem diferenças significativas em alguns municípios face ao período de 6 a 19 de novembro, que serviu de base para a aplicação de medidas em função dos escalões de risco.

Assim, em 175 municípios assiste-se a um aumento no número de contágios por 100 mil habitantes, ao passo que em 114 a situação epidemiológica aliviou. Há ainda 19 concelhos sem alterações.

No Alto Minho, com esta alteração, três concelhos viram a sua classificação alterada. Ponte da Barca subiu para “risco muito elevado”, é o concelho que mais tem subido nos últimos dias,  regista neste momento 74 casos .

Viana do Castelo piorou no mapa de risco, e subiu para “risco muito elevado”

Caminha recuou de “risco extremamente elevado” para “risco muito elevado”. Em todo o Alto Minho apenas Valença continua em risco máximo (extremamente elevado).

O concelho de Monção, embora mantenha o mesmo nível de risco anterior (elevado), pode atingir o nível de risco seguinte, pois neste último balanço apresenta 448 casos por 100 mil habitantes, próximo do patamar de 460 casos por 100 mil habitantes, que obriga a passar para o nível de risco muito elevado, onde são aplicadas restrições muito mais severas.

Dados divulgados pela DGS que serviram de base para a alteração dos níveis de risco ocorridos nos três concelhos do Alto Minho:

Ponte da Barca:

Casos por 100 mil habitantes entre 6 e 19 de novembro: 295

Casos por 100 mil habitantes entre 12 e 25 de novembro: 546

Viana do Castelo:

Casos por 100 mil habitantes entre 6 e 19 de novembro: 374

Casos por 100 mil habitantes entre 12 e 25 de novembro: 575

Caminha:

Casos por 100 mil habitantes entre 6 e 19 de novembro: 1102

Casos por 100 mil habitantes entre 12 e 25 de novembro: 812