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MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE CERVEIRA

Requalificação de dois milhões de euros em escola de Vila Nova de Cerveira concluída em janeiro

A segunda fase da empreitada de requalificação da escola básica e secundária de Vila Nova de Cerveira deverá estar concluída em janeiro de 2023, num investimento global de cerca de dois milhões de euros, foi divulgado esta quinta-feira.

De acordo com o presidente da Câmara, Rui Teixeira, citado na nota enviada à imprensa, “os meses de interrupção escolar pautaram-se por uma grande atividade no edifício existente, tendo sido concluída a ampliação do espaço de refeitório, a requalificação da cozinha, a criação de novas áreas de balneários/vestiários e armazenagem, a criação da nova sala de professores e de direção, libertando assim espaços para a nova sala de futuro, e foi ainda intervencionado o átrio principal com vista à melhoria térmica e acústica do edifício”.

A intervenção tem como objetivo “requalificar e modernizar” as instalações de ensino do concelho e “melhorar as condições de bem-estar e segurança das crianças e jovens em contexto escolar e, por conseguinte, consolidar um ensino de qualidade e uma aprendizagem mais emancipada, assente na defesa intransigente da escola pública”, sublinhou o autarca.

A segunda fase da empreitada de requalificação daquele estabelecimento de ensino com quase 25 anos visa a “construção de raiz de um edifício designado como centro de recursos composto por biblioteca/auditório para capacidade para 119 lugares sentados, a ampliação do espaço de refeitório, a cobertura dos corredores de circulação e dos espaços de recreio exteriores, o reforço das condições de segurança e de acessibilidades, bem como a adaptação à eficiência energética”.

Neste momento, segundo a autarquia, “os trabalhos no edifício do Centro de Recursos decorrem a bom ritmo, estando concluída a instalação das diversas especialidades e a iniciar a fase de acabamentos”.

O investimento de dois milhões de euros resulta de financiamento aprovado pelo Programa Operacional Norte 2020, com uma comparticipação de FEDER de cerca de 1,7 milhões de euros e do Ministério da Educação em cerca 105 mil euros, cabendo à Câmara Municipal suportar o montante remanescente.