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CM CAMINHA

Regulamento do serviço de psicologia de Caminha em discussão pública

O projeto do regulamento municipal do serviço de psicologia que a Câmara de Caminha quer criar entrou esta quinta-feira em discussão pública, de acordo com o anúncio publicado em Diário da República (DR).

Na nota justificativa publicada no DR, a autarquia de Caminha refere que a criação do novo serviço “pretende reforçar a política de proximidade e de resposta às necessidades dos munícipes em situação de vulnerabilidade e/ou emergência”, prestando “apoio/intervenção psicológica”.

O serviço de psicologia de Caminha, cujo projeto de regulamento entrou em discussão pública, após aprovação em reunião camarária, vai “permitir que os psicólogos na Câmara possam tratar e acompanhar situações de calamidade ou apoiar pessoas com carência económica, mas o âmbito é vasto”.

O novo “serviço público tem como missão a promoção do bem-estar e da qualidade de vida da população, a adoção de estilos de vida saudáveis e a diminuição dos problemas de saúde (física e psicológica)”, bem como “a inclusão social, a promoção de boas práticas psicossociais e a redução de desigualdades, através de intervenção individual, familiar, organizacional e comunitária, baseadas na evidência científica psicológica e na garantia e salvaguarda do interesse público, através de um trabalho em rede com as instituições locais, regionais e nacionais”.

De acordo com a autarquia e no âmbito do regulamento, as áreas de intervenção previstas são “programas de prevenção e promoção da saúde psicológica, acompanhamento psicológico com crianças, jovens, adultos e idosos, intervenção psicológica junto da comunidade escolar, famílias vulneráveis, crianças em risco/perigo, grupos de risco e socialmente mais vulneráveis, pessoas com incapacidade e cuidadores informais, minorias sociais e imigrantes, desempregados, capacitação da comunidade, intervenção em situações de crise ou catástrofe e consultoria na área organizacional ou de políticas comunitárias”.