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MUMI2021 reúne 18 bandas de Portugal e da Galiza entre 9 e 11 de setembro

O festival MUMI2021 – Músicas do Minho vai reunir profissionais portugueses e galegos do setor musical, em Tui e em Valença, de 9 a 11 de setembro, para “facilitar o intercambio e internacionalização” de artistas, contando com dezoito atuações.

O responsável pelo evento, José Costa, explicou à Lusa que o objetivo é “estabelecer novas redes de contacto” e servir como “ponto de encontro” de profissionais dos setores musicais e culturais galego e português, incluindo artistas, bandas, promotoras, empresas de ‘management’, festivais, editoras e empresas de serviços e produção.

Durante os três dias de festival, haverá 18 atuação de bandas e artistas dos dois lados da fronteira, nove apresentações de artistas portugueses e nove de artistas galegos, que foram selecionados numa ‘open call’.

Segundo a organização, “os 18 showcases programados recolhem a variada oferta de ambas as margens do Minho, desde “as novas abordagens da música tradicional à electrónica essencial, passando pelo jazz, pelo funk e pelo pop de autor”, sendo que a maioria dos concertos estarão também abertos ao público geral.

“Os objetivos do MUMI passam por potenciar a cooperação direta de profissionais dos dois lados da fronteira, criar redes profissionais que fortaleçam o setor musical, gerar sinergias e fixar uma agenda de trabalho conjunta”, enumerou José Costa.

Segundo o responsável, “apesar deste ser o segundo ano que se organiza o MUMI, na prática esta será a primeira edição, uma vez que em 2020 o festival abriu e encerrou praticamente no mesmo dia, que por acaso foi o dia em que o Estado de emergência por causa da Covid-19 foi instituído”.

A abertura do MUMI, a 9 de setembro, estará a cargo da Orquestra Galego-Portuguesa de Liberação.

Do lado português foram selecionadas as bandas Barry White Gone Wrong, Cassete Pirata, Conjunto!Evite, emmy Curl, Jorge da Rocha, José Valente, Kaústika, TAKATUM apresenta Ah!Ah!Ah! e The Guit Kune Do.

Já do lado espanhol, Familia Caamagno, Magín Blanco e A banda das apertas, Oîma, Os d’Abaixo, O Sonoro Maxín, Pálida, Pulpiño Viascón, Silvia Penide e Xacobe Martínez Antelo Quinteto são os que ficam encarregados dos ‘showcases’ galegos.

“Foi muito difícil escolher apenas 18 bandas, o que mostra a qualidade da música que se faz dos dois lados da fronteira. Foram estes 18 mas podiam ter sido outros tantos”, assinalou José Costa.

O evento conta também com a programação profissional que incluirá atividades de formação (técnica, jurídica, marketing), encontros rápidos entre profissionais do setor, e uma feira setorial com a presença das empresas das diferentes áreas.