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Câmara de Caminha entregou mais de seis mil refeições

Desde o início do segundo confinamento, no mês de janeiro, a Câmara de Caminha já entregou mais de seis mil refeições em casa de crianças e jovens pertencentes a agregados carenciados, bombeiros aquartelados em Caminha e Vila Praia de Âncora, crianças que frequentam as escolas de acolhimento e aos profissionais de saúde afetos ao Centro de Vacinação comunitário.

Em comunicado, o município adianta que as refeições são confecionadas na cantina da Escola Básica e Secundária Sidónio Pais e entregues por funcionários municipais praticamente em todas as freguesias do concelho.

“A Câmara Municipal de Caminha tem feito tudo o que está ao seu alcance para atenuar os efeitos económicos e sociais da pandemia. Não há missão mais generosa e essencial do que levar alimento a quem precisa e é isso que dezenas de trabalhadores do município têm feito, ao longo dos últimos meses, de modo a que nada falte às famílias em dificuldades do nosso concelho. Há dificuldades, há certamente coisas que podíamos fazer melhor, mas é um orgulho enorme poder liderar homens e mulheres, cozinheiras e motoristas, assistentes operacionais e administrativos, técnicos superiores, trabalhadores do município que têm dado o melhor de si para poder corresponder às necessidades da nossa população”, sublinhou o presidente da Câmara, Miguel Alves, citado na nota enviada à imprensa.

“Diariamente são confecionadas entre 203 e 220 refeições reforçadas, já que para muitos dos beneficiários será a única refeição completa de que beneficiam diariamente”, especifica a autarquia.

Além do apoio alimentar, o município mantém duas escolas abertas, a EB de Caminha e a EBS de Vila Praia de Âncora, para acolhimento de filhos de trabalhadores que prestam serviços essenciais e não podem recolher ao domicílio. A EB de Caminha acolhe 22 alunos do pré-escolar e 1.º ciclo, que frequentam as escolas do Agrupamento de Escolas Sidónio Pais e IPSS do concelho. Já a EBS de Vila Praia de Âncora acolhe 12 alunos, que frequentam desde o 5º até ao 9º ano de escolaridade.

A autarquia garante ainda “o horário de funcionamento das escolas de acolhimento de acordo com a disponibilidade dos pais, bem como o transporte para os alunos que não têm meios de se deslocar”.