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OE 2019: Dirigentes do PSD vão debater documento com militantes e simpatizantes pelo país

Vários dirigentes do PSD, incluindo os ‘vices’ Morais Sarmento, Castro Almeida e Salvador Malheiro, e o líder parlamentar Fernando Negrão vão debater o Orçamento do Estado para 2019 (OE2019) com militantes e simpatizantes sociais-democratas em todo o país.

De acordo com uma nota disponibilizada hoje no ‘site’ do partido, este périplo já arrancou na terça-feira, dia em que o documento foi aprovado na generalidade apesar dos votos contra do PSD e do CDS-PP, com uma apresentação no Algarve de Álvaro Amaro, presidente dos Autarcas Sociais-Democratas.

De acordo com os sociais-democratas, o objetivo da iniciativa é demonstrar como este Orçamento “é mais uma oportunidade perdida e feito a pensar no imediato” e salientar que “Portugal continuará a não fazer as reformas estruturais necessárias e a ter serviços públicos cada vez mais degradados”.

A próxima sessão está marcada para 07 de novembro, em Santarém, novamente com Álvaro Amaro, mas também com o vogal da Comissão Política Nacional (CPN) e líder da distrital de Leiria, Rui Rocha, uma dupla que se repetirá no dia 20, em Coimbra.

Na próxima semana, no dia 08 de novembro, Nuno Morais Sarmento estará em Lisboa e, no dia seguinte, será a vez de Fernando Negrão explicar as objeções do PSD ao documento em Braga.

No dia 10, a antiga eurodeputada e vogal da CPN Graça Carvalho falará com militantes e simpatizantes do PSD em Portalegre, enquanto os vogais Carvalho Martins e André Coelho Lima estarão em Viana do Castelo, e o deputado Duarte Pacheco irá marcar presença na Guarda e em Castelo Branco.

No Porto, caberá ao vice-presidente Castro Almeida fazer o debate orçamental na perspetiva do PSD, em 16 de novembro, enquanto Salvador Malheiro, outro ‘vice’, estará em Leiria no dia 19.

O ciclo de apresentação do OE aos sociais-democratas termina no dia 22, em Setúbal, com o vice-presidente da bancada do PSD António Leitão Amaro.

O presidente do PSD, Rui Rio, fez a primeira apreciação do documento em conferência de imprensa no dia 20 de outubro e tem estado a reunir-se com várias distritais do partido, não participando neste périplo.

Na terça-feira, o PSD votou contra o Orçamento do Estado, na generalidade, e, no encerramento, o líder parlamentar classificou o documento como “uma aldrabice”, comparando as suas opções às de 2009, quando era primeiro-ministro o socialista José Sócrates.

“Um Orçamento assim tem um nome: é um Orçamento ‘fake’, é um orçamento falso. Um embuste, um logro, ou em bom português: uma aldrabice”, acusou Fernando Negrão.

O líder do PSD tem acusado o Governo de ter feito um OE a pensar nas eleições de 2019, que dá “um bodo aos ricos e aos pobres”.

Rio tem também apontado falta de rigor do documento, depois de a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) ter considerado que a proposta é “tecnicamente incoerente”.

“Propor aos deputados aprovar um orçamento com um défice de 975 milhões e, depois, no relatório dizer que é só 385 milhões é tudo menos rigor”, criticou.

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