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Melgaço abre a sexta porta da Viagem no Tempo pelo Alto Minho

A Porta do Tempo dos Mosteiros é o tema da sexta Viagem no Tempo pelo Alto Minho que decorre, no próximo dia 20 de outubro, em Melgaço. Promovida pelo município de Melgaço e pela Comunidade Intermunicipal (CIM) Alto Minho, no âmbito do projeto “Alto Minho 4D: Viagem no Tempo”, a apresentação da porta integra a conferência dedicada aos mosteiros da região, uma visita performativa ao Mosteiro de Fiães e um encontro de sketching no centro da vila.

A história das ordens religiosas e a sua implementação no território do Alto Minho, uma tradição cultural e um património construído que, ainda hoje, têm um papel importante na sociedade contemporânea e na vida cultural e económica da região, são o ponto de partida para a conferência “Dos Mosteiros”, que tem início marcado para as 11h00, na Casa da Cultura de Melgaço.

A iniciativa, organizada pelo Centro Cultural do Alto Minho, tem como oradores José Marques, professor emérito da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, e de Paulo Oliveira, técnico superior no Mosteiro de Tibães, em Braga, contando ainda com a participação do presidente da Câmara Municipal de Melgaço, Manoel Batista, e do diretor da Direção Regional da Cultura do Norte, António Ponte.

À tarde, a partir das 15h00, decorrerá uma visita ao Mosteiro de Santa Maria de Fiães, que foi pertence da Ordem de Cister. “Os modos de vida dos monges e monjas, a sua implantação sempre pensada numa lógica de organização e gestão do território e a importância da afirmação do cristianismo em tempos de grande incerteza” serão algumas das questões a abordar nesta atividade, organizada pelo Teatro do Noroeste – CDV e pelas Comédias do Minho, em co-programação com a Talkie-Walkie e a Ondamarela.

Durante o dia, um grupo de ‘sketchers’ percorrerá a vila para registo no papel do património edificado e natural de Melgaço.

O projeto “Alto Minho 4D – Viagem no Tempo” foi aprovado pelo Programa Operacional Regional do Norte – Norte 2020, no domínio do “Património Cultural”, e pretende criar uma rede de dez rotas/ itinerários cronológicos culturais baseados na história e nos bens patrimoniais da região. Com esta iniciativa intermunicipal, cada um dos concelhos do Alto Minho encabeçará uma dessas rotas que funcionará como o “portal” de acesso a uma “estação do tempo” (um núcleo museológico que funcionará num determinado espaço físico), que irá dispor de uma série de valências e no qual se apresentará uma sequência de recursos patrimoniais alusivos a essa rota e a serem visitados não só nesse concelho, mas em todo o território, promovendo-se um circuito (touring) cultural pelo Alto Minho e, consequentemente, a mobilidade turística na região.

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